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A incrível arte de escrever sobre nada

 

Como disse, anteriormente, a freqüência de publicação é algo fundamental para quem quer se aventurar na árdua vida de problogger (certo, nem tão árdua assim).

Mas nem sempre você estará inspirado para escrever um artigo novo a cada dia, só que você "precisa".

Existem várias maneiras de se fazer isso, entre elas:

  • Escrever sempre que der na telha e deixar a publicação agendada.
  • Ler o máximo possível, pois uma idéia surgirá.
  • Andar com um bloquinho ou um gravador, para anotar tudo que pensar.
  • Aprender a escrever sobre nada.

De uma forma ou de outra, já abordei as demais dicas, mas a quarta, ainda não.

O que seria escrever sobre nada?

Você está escrevendo sobre nada quando você não tem idéia do que escrever, produz um texto, fica satisfeito com o resultado, seu leitores lêem e ficam satisfeitos, mas você não falou sobre nada.

Quando o texto termina você se pergunta:

Sobre o que era este texto?

Essa técnica, pode ser formidável para preencher alguns espaços, mas usá-la com freqüência pode levar ao descrédito, a irritação e, pior, a acomodação.

Apesar de escrever sobre nada ser uma arte, depois que você domina a técnica, pode virar um vício e fazer com que você não produza mais os textos que são esperados pelos seus leitores.

Alguns exemplos de texto sobre nada:

E por ai vai.

Esse texto é sobre o que mesmo?

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Blog, Site, texto

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20 Comentários

  1. comment-top

    É incrível como esses blogs, textos e por aí vai são totalmente descartáveis de nossas vidas, não necessitamos deles, vivemos bem sem os mesmos. Aposto que a maioria vai morrer em pouco tempo. E porquê? O comprometimento é frágil. Se não houver lucro ou o mínimo pra valer o esforço, a energia se esvai. Pra que ficar escrevendo para pessosas que também não tem comprometimento? Que podem te abandonar a qualquer momento? Há um equívoco em toda esta história sobre blogs. Os leitores querem a palavra mágica, querem encontrar o que o outros lêem e não entendem e assim faturar alguma coisa. É gente demais escrevendo de tudo pra gente demais lendo de tudo. Não pode dar certo.
    Sobre o que foi que escrevi mesmo?

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  2. comment-top

    Na minha opinião escrever loucuras pode ser uma saída diferente que não necessariamente leva ao descrédito. Cria-se um estilo totalmente novo que com toda certeza encontrará leitores.

    Mas enquanto o barco passa eu confesso que comi uma Pringles no final de semana.

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  3. comment-top

    [...] com uma visão mais imparcial. Assim, nos acostumamos com artigos do tipo: ”A incrível arte de escrever sobre nada“, “Freqüência de publicação“, “Auto-ajuda para [...]

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  4. comment-top

    Quando o vazio aparece eu me socorro no The Superficial ou algo do gênero e tasco um post venenoso sobre celebridades. Tudo bem, é muito próximo de escrever sobre nada, mas se até o Luiz Fernando Verissimo faz isso de vez em quando, hehe…

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  5. comment-top

    Respondendo a sua pergunta Bruno: esse texto é sobre a incrível arte de escrever sobre nada e na minha opinião mesmo assim você conseguiu agregar conteúdo válido, ainda mais pra quem pretende ser problogger e “acha” que está pronto para começar.

    Abraços!

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  6. comment-top

    PC, quase tudo é descartável.

    Rafael, existe público para todos os tipos de assunto, quando usei descrédito, estava falando em relação ao meu blog, como se fosse um auto-puxão-de-orelha, tenho que evitar este tipo de “artifício” ao máximo.

    Noronha, isso pode acabar dando certo, dependendo da linha do blog, para o BrPoint esta não seria exatamente uma saída, mas no Diversos, por exemplo, sim.

    Felipe, fico feliz por estar agregando.

    Abraços

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  7. comment-top

    hehehe sinceramente, até hoje eu não sei como eu ainda tenho leitores, pois eu acho que só escrevo sobre nada!
    Aliás, esse comentário era sobre o que mesmo?

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  8. comment-top

    Neto, como disse antes, existe público para isso ;) .

    Eu mesmo assino seu feed.

    Abraço

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  9. comment-top

    Escrever sobre nada nem sempre é ruim. Às vezes esse nada ajuda alguém, por mais nada que seja. Acho que nenhum blog não tenha apelado pra isso um dia, sempre há uma hora que a gente fica sem criatividade e sem assunto, então o nada vem.
    Nada a fazer sobre isso, só escrever sobre nada. Nada de problema, ao meu ver, desde que seja usado com moderação, nada que seja demais é bom. Nem muito assunto, todo dia, duas a três vezes por dia ou mais, aí fica cansativo, e um nada de vez em quando não faz mal.
    E não vou copiar o “Sobre o que era o comentário mesmo?”, já tá batido…

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  10. comment-top

    Júlio, na verdade, eu prefiro este artifício do que a falta de atualização, quando bem feito, não me incomoda em nada.

    Abraço

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  11. comment-top

    Este post por exemplo foi escrito junto ao “Cuidado para não ficar muito exigente com você mesmo” só que foi agendado para hoje!

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  12. comment-top

    Leonardo, não foi, mas são assuntos complementares.

    Abraço

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  13. comment-top

    [...] Percebo que a grande maioria dos blogs renomados estão fazendo uso da técnica ensinada pelo Prof. Bruno Alves, escrever sobre o nada. [...]

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  14. comment-top

    [...] Professor falou sobre a incrível arte de escrever sobre o nada que pode ser utilizada como opção quando não tiver inspirado, aqui vou apresentaruma técnica [...]

    comment-bottom
  15. comment-top

    [...] Esse texto era sobre o que mesmo? [...]

    comment-bottom
  16. comment-top

    [...] Esse texto era sobre o que mesmo? Indique este post: [...]

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  17. comment-top

    Muito bem, você acabou de falar sobre nada. Não é tão ruim assim. =]

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  18. comment-top

    [...] alcança lugares em que você nunca pensou en chegar Postado dia 15 de Janeiro de 2008 por Xavier Escrever sobre o nada tem sido comum na internet, principalmente na blogosfera, onde vários blogueiro utilizam desses [...]

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  19. comment-top

    @elisagen Pra você Elisa, aprenda “a Incrivel arte de escrever sobre nada” http://tinyurl.com/5f5at7

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  20. comment-top

    @inominattus mesma dica que dei pra @elisagen A arte de escrever sobre nada http://tinyurl.com/5f5at7

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